Foto: Divulgação / EC Bahia A negociação entre o atacante Kayky e o Corinthians sofreu uma mudança significativa de cenário nos últimos dias. Internamente, a diretoria avalia que o acerto ficou distante, após decisão do presidente Osmar Stábile de não avançar nas tratativas neste momento.
O principal entrave envolve o entendimento de que não há coerência em fechar negócio com um clube que o Corinthians acionou na CNRD por suposto aliciamento. Diante desse contexto jurídico, o clube considera não haver ambiente institucional para dar sequência às conversas.
Segundo informações do UOL, outro fator que pesou foi o rompimento do Corinthians com o estafe do atacante Kauê Furquim, que também representa Kayky. A quebra dessa relação aumentou o desgaste nos bastidores e contribuiu para o esfriamento da negociação. No Parque São Jorge, a avaliação é de que o cenário atual não favorece avanços.
O impasse ganhou força após o Grupo City, controlador da SAF do Bahia, pagar a multa rescisória de R$ 14 milhões para contratar o jovem atacante Kauê Furquim. O Corinthians entende que houve aliciamento e cobra o pagamento da multa prevista para o mercado internacional, estipulada em 50 milhões de euros, valor próximo de R$ 310 milhões.
O desgaste institucional impactou outras tratativas envolvendo atletas ligados ao mesmo grupo empresarial, refletindo diretamente no caso Kayky.