Foto: Reprodução A tarde foi marcada por uma intensa celebração para o Bahia, que conquistou seu 51º título estadual ao empatar em 1 a 1 com o Vitória no Barradão. A partida foi repleta de emoção: o Vitória abriu o placar, mas Kayky trouxe esperança ao igualar o jogo nos minutos finais. Essa vitória também representa um momento especial para Rogério Ceni, que celebrou sua primeira conquista à frente do Bahia desde que assumiu o cargo em setembro de 2023.
Ceni ressaltou a importância desse triunfo para solidificar seu legado no clube, destacando a necessidade de evolução tanto no âmbito nacional quanto internacional. Para ele, ganhar campeonatos estaduais no Brasil é de extrema relevância. Embora tenha sentido que a equipe não desempenhou o seu melhor futebol durante a partida, ele reconheceu a pressão que envolve os jogos decisivos e enfatizou a importância de aprender a lidar com essa pressão, especialmente com os desafios das competições internacionais se aproximando.
No entanto, Ceni não terá muito tempo para comemorações, pois o Bahia já se prepara para enfrentar o Ceará em uma partida adiada da Copa do Nordeste. Em suas declarações após o jogo, ele destacou a relevância dos torcedores, valorizando seu apoio, mesmo na ausência física no estádio. Alcançar a marca de 100 jogos à frente do clube é uma grande fonte de orgulho para ele. Ceni refletiu sobre o desempenho da equipe, reconhecendo as dificuldades em conectar passes e se adaptar à pressão, mas considerando que o resultado final foi justo.
Além disso, ele elogiou as defesas decisivas do goleiro Marcos Felipe durante a partida. Vestindo a camisa azul do Bahia, Ceni expressou sua gratidão aos torcedores que não puderam estar presentes. Ele acredita que, para obter sucesso em competições futuras, o time precisa aprimorar seu desempenho em campo.
- Acho que tem a diferença do jogo mata-mata, o segundo jogo de traz uma pressão muito grande. Jogos de finais normalmente não são tão bonitos mesmo, mas eu esperava um pouco mais do nosso time. Preocupa um pouco, não podemos jogar assim. Acho que na fase de grupos da Libertadores, com seis jogos, o atleta joga menos pressionado. Mas temos que aprender a jogar com pressão. Isso aqui é pouco perto do que vamos enfrentar em Uruguai, Colômbia e Porto Alegre em jogos de mata-mata.