Vitória ultrapassa R$ 14 milhões em contratações e se aproxima do valor estimado em seu orçamento
14/01/2025 | 17:42:04 Paulo Melo
Foto: Victor Ferreira / EC Vitória

Com o anúncio da contratação do goleiro Gabriel na última segunda-feira, o Vitória totaliza dez aquisições para 2025. Para completar o elenco, o Rubro-Negro investirá R$ 14,2 milhões, um valor bastante próximo dos R$ 17,6 milhões previstos em seu orçamento para a chegada de novos jogadores.

 

Dos dez reforços contratados até agora, seis chegaram sem custos, o que indica que esses jogadores já haviam encerrado seus vínculos com seus antigos clubes ou vieram emprestados. Quanto aos outros quatro, foram adquiridos pelo Vitória, sendo Claudinho, lateral-direito oriundo do Criciúma, o mais caro, com um investimento de R$ 5,1 milhões.

Reforços do Vitória para 2025:

  • - Gabriel (Coritiba para o Vitória) - R$ 1 milhão
  • - Zé Marcos (zagueiro) - sem custos
  • - Claudinho (Criciúma para o Vitória) - R$ 5,1 milhões
  • - Hugo (lateral-esquerdo) - empréstimo do Botafogo com opção de compra
  • - Ronald (volante) - sem custos
  • - Thiaguinho (volante) - sem custos
  • - Val Soares (volante) - sem custos
  • - Bruno Xavier (atacante) - sem custos
  • - Wellington Rato (São Paulo para o Vitória) - R$ 5 milhões
  • - Fabrício Santos (Levante para o Vitória) - 500 mil euros (R$ 3,1 milhões)

No final do ano passado, o Conselho Deliberativo do Vitória aprovou um orçamento de R$ 17,6 milhões destinado à contratação de jogadores para 2025. Diante dos gastos que se aproximam desse valor, o presidente Fábio Mota foi entrevistado pelo Canal do Dinâmico e comentou sobre o assunto, destacando que o orçamento está sujeito a alterações.

— A previsão orçamentária é apenas uma estimativa. O orçamento pode ser ajustado conforme necessário. Por exemplo, estamos prevendo R$ 31 milhões em patrocínios. O contrato com a Bet (Bet7K) pode atingir até R$ 20 milhões por mês. Se juntarmos isso com os acordos com a Fatal [Model], Vitória Premia e UniAgro, estamos muito próximos desse montante. Portanto, não devemos nos apegar a esses números, seja para cima ou para baixo — afirmou Mota.

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