Foto: Victor Ferreira / EC Vitória “Luan foi o único [reforço] que Léo Condé não avalizou, vou ser justo, Luan se alguém errou com Luan fui eu, eu não tenho problema em assumir meus erros não, da mesma forma, o Vitória pelas condições financeiras, não tinha condição de ter um jogador do nível do Luan do Corinthians, do Luan do Grêmio”, começou.
“Nós recuperamos uma série de jogadores aqui, Zeca, recuperamos Osvaldo, e nós fizemos uma aventura calculada no Luan sem risco de grana, de trazer Luan e para fazer três meses de observação. Não deu certo, mas era um jogador dedicado, que treinava em dois turnos, não tem o que falar de Luan. Não deu certo, paciência, Luan se foi e o clube não teve prejuízo, diferente do que se fazia no passado”.
Natural de São José do Rio Preto, Luan Guilherme de Jesus Vieira acumula passagens por Tanabi, América-SP, Catanduvense no início da carreira, antes de chegar ao Grêmio, onde iniciou no sub-20, mas foi promovido ao elenco principal em 2014. Foram seis temporadas no time gaúcho, disputando 288 e marcando 75 gols. No Grêmio, viveu o auge da carreira, sendo campeão da Libertadores em 2017 e eleito o Rei da América. Também conquistou dois estaduais (2018 e 2019), a Recopa Sul-Americana em 2018 e a Copa do Brasil em 2016.
Em 2019, não conseguiu repetir as boas atuações dos anos anteriores e acabou sendo negociado em 2020 com o Corinthians por R$ 22,7 milhões, porém, não conseguiu se firmar na equipe paulista. Foram 78 jogos, 9 gols e 5 assistências. Com um dos maiores salários do elenco, acabou afastado e ficou treinando separado por quase um ano, até rescindir o contrato e retornar para o Grêmio, disputando apenas cinco partidas. Contratado em 2024 pelo Vitória, disputou apenas seis jogos.