Foto: Arquivo As investigações sobre o ataque ao ônibus do Bahia, ocorrido em 24 de fevereiro, ainda não foram concluídas. O prazo para encerramento do inquérito terminou no último sábado, e a Polícia Civil decidiu prorrogar os trabalhos por mais 30 dias. Ao fim deste prazo, há a possibilidade de nova prorrogação pelo mesmo período.
Na tarde desta segunda-feira, representantes do Ministério Público do Estado se reúnem com membros da torcida organizada Bamor para tentar um acordo extrajudicial. A Polícia Militar havia solicitado ao Ministério Público, em 10 de março, a suspensão da organizada por seis meses.
O ônibus do Bahia foi emboscado e atingido por artefatos explosivos quando chegava à Arena Fonte Nova, antes da partida contra o Sampaio Corrêa, pela Copa do Nordeste, no dia 24 de fevereiro.
O goleiro Danilo Fernandes foi atingido no rosto, perto do olho, e levado por uma ambulância a um hospital. Ele passou a noite no local, e recebeu alta por volta das 19h do dia seguinte. O jogador recebeu 20 pontos entre orelha, rosto e perna em função dos múltiplos ferimentos no corpo. O goleiro segue fora de campo desde então. O lateral-esquerdo Matheus Bahia também ficou ferido.
Dias após o atentado, a Polícia Civil identificou os envolvidos no ataque, que são membros da Bamor. Todos foram ouvidos em depoimento.